Campanha de Lula aciona TSE por tratamento desigual a canais de WhatsApp de Flávio Bolsonaro e Janones
Coligação pede que o canal "Exército do Lula" seja liberado sem a restrição de 48 horas imposta por Kassio Nunes Marques.

Coligação pede que o canal "Exército do Lula" seja liberado sem a restrição de 48 horas imposta por Kassio Nunes Marques.

Encontro com advogados dos dois lados ocorre após o presidente da Corte mandar tirar do ar o canal "Exército do Lula" e o corregedor reverter a ordem.

Relatório analisou publicações de 2 a 11 de outubro e não localizou reprodução das afirmações questionadas pela campanha de Flávio Bolsonaro; PL contesta e promete novo relatório.

Governador da Bahia diz que não havia fake news no canal criado por André Janones, que voltou a funcionar após decisão do corregedor do tribunal.
Presidente da Corte pediu à área técnica dados sobre conteúdos do canal de Janones, que teve a suspensão revertida por Villas Bôas Cueva.

TSE aprovou por unanimidade as regras da propaganda em rádio e TV, com tempo dividido igualmente entre os dois candidatos que disputam a Presidência.

Ex-procurador da Lava Jato foi o segundo mais votado no estado, mas sua candidatura foi indeferida e depois suspensa, e pode ser cassada com base na Lei da Ficha Limpa.

Segundo interlocutores, o ministro do STF considera que houve exageros no julgamento da trama golpista e estuda conceder liminar à defesa do ex-presidente.

Balanço do TSE aponta boca de urna como principal ocorrência e queda de cerca de 86% nas denúncias sobre integridade do processo eleitoral.

Presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, diz que 20% de eleitores ausentes não é o ideal e promete intensificar mecanismos para elevar o comparecimento.
