Anunciar no Big Brother Brasil 27 vai exigir um investimento milionário das marcas. A cota mais básica passa de R$ 17 milhões, e o patrocínio de maior valor chega a R$ 141,2 milhões, de acordo com o plano comercial enviado pela Globo ao mercado publicitário.
Os valores foram apresentados na quarta-feira (14), poucas horas antes do Upfront 2027, evento em que a emissora mostrou novidades da programação a anunciantes e agências. Mesmo com audiência que já não repete o desempenho de outras temporadas, o reality segue com espaços comerciais de alto valor.
A cota mais acessível é voltada ao setor automotivo e custa pouco mais de R$ 17 milhões, com inserções da marca na estreia e na final. Já a cota Big, a mais cara, tem três vagas de R$ 141,2 milhões cada, valor que não inclui custos de produção, como alimentos, acessórios e itens usados em festas e ações na casa.
As provas do Líder e do Anjo continuam como opções de exposição. O pacote da Prova do Anjo sai por R$ 43,9 milhões, também sem os custos de produção. A Globo ainda busca uma marca de beleza para abastecer o banheiro da casa, em cota de R$ 18,8 milhões que inclui dar o nome da empresa à câmera do Globoplay voltada ao cômodo.
Há ainda outros formatos. Participar do quadro de humor custa R$ 7,2 milhões, e uma ativação no Café com Eliminado, do Mais Você, exige investimento inicial de R$ 13,5 milhões.
Os Mini Dummies, robôs que ganharam destaque ao interagir com o apresentador Tadeu Schmidt na edição anterior, serão licenciados pela primeira vez, com prioridade para quem comprar as cotas Big e Camarote. A ativação custa R$ 300 mil, o mesmo valor cobrado pelo desenvolvimento de um RoBBB exclusivo.
A imagem de Tadeu Schmidt em ações publicitárias também está à venda por R$ 3 milhões. São duas cotas, com exclusividade por segmento, para impedir que concorrentes ocupem as duas vagas ao mesmo tempo.
Foto: Divulgação/TV Globo.






