O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 48 horas para que a Meta informe se reduziu o alcance das publicações do presidente Lula (PT) durante a campanha de segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada neste sábado (10).
A campanha do presidente denunciou, em comunicado, episódios em que as plataformas do grupo, como Facebook, WhatsApp e Instagram, teriam limitado a difusão de seus conteúdos.
Na ação, a coligação petista sustenta que as redes podem estar submetendo as publicações a uma "seletividade algorítmica", com possíveis diferenças na entrega dos conteúdos conforme os interesses da empresa.
A representação também aponta uma suposta omissão da Meta diante da permanência de 255 perfis considerados inautênticos, que seriam administrados por inteligência artificial.
Em mensagem enviada à AFP, o escritório da Meta no Brasil afirmou que cumpre as regras eleitorais e que "as alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos".
Lula tem denunciado supostas tentativas de ingerência eleitoral por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para favorecer Flávio Bolsonaro. O governo, que intensificou a campanha nas redes sociais para o segundo turno, avalia se as grandes empresas de tecnologia podem estar sendo usadas com esse propósito.
Foto: Reprodução Redes Sociais.






