O baiano Marcelo Gomes, de apenas 10 anos, foi classificado em 3º lugar no curso de Engenharia Mecânica da Universidade de Fortaleza (Unifor). O menino, que mora na capital cearense com a família, comemorou o resultado, divulgado no início deste mês.
Conhecido como Marcelinho, ele compartilhou a conquista em seu perfil nas redes sociais, onde costuma mostrar seus feitos. Na publicação, escreveu que acabara de conquistar o resultado no curso de Engenharia Mecânica da Unifor.
A família deixou Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, em 2024, depois que o garoto ganhou uma bolsa de estudo integral no Colégio Farias Brito, instituição privada conhecida pela preparação para vestibulares concorridos, como ITA, IME e Enem.
Aos seis anos, Marcelinho foi aceito na Intertel, sociedade internacional de pessoas consideradas superdotadas. Avaliado por especialistas, ele teve QI de 138 na Escala Wechsler de Inteligência, enquanto a maioria das pessoas fica entre 90 e 109.
Segundo os pais, ele começou a falar aos 6 meses e foi alfabetizado aos 2 anos. Aos 6, já era apaixonado por matemática, estudava inglês, francês e espanhol, fazia curso de desenho e desenvolvia games.
Em Fortaleza, o garoto passou a estudar em uma turma olímpica, com acompanhamento especializado, e participou de olimpíadas de matemática, robótica, física e química. Já soma mais de 150 medalhas.
A decisão de prestar o primeiro vestibular, aos 10 anos, assustou inicialmente a mãe, a advogada Tatiana Gomes. Marcelinho, que cursa o 7º ano do ensino fundamental, quis seguir o mesmo caminho do pai, o engenheiro e perito criminal Marcelo Gomes, a quem dedicou a aprovação: "É por ele que eu quero ser engenheiro", escreveu.
Foto: Reprodução / Redes Sociais.






