Entre os nomes ligados ao futebol que disputaram as eleições de 2026, apenas Danrlei, ex-goleiro do Grêmio, conseguiu se eleger entre os principais candidatos da lista. Ele renovou o mandato de deputado federal pelo Rio Grande do Sul, com mais de 105 mil votos. Parlamentar desde 2011, ele garantiu mais um mandato.
Vanderlei Luxemburgo, em sua primeira disputa eleitoral, concorreu a uma das duas vagas do Tocantins no Senado pelo Podemos. O ex-treinador, que também foi jogador profissional, recebeu 67.987 votos e terminou em sétimo lugar.
Ídolo do Vasco, com passagens por Palmeiras e Seleção Brasileira, Edmundo disputou uma vaga de deputado federal pelo Rio de Janeiro, pelo PSDB. Ele teve 35.725 votos, o equivalente a 0,40% da votação, e não foi eleito. Já Luís Fabiano, ex-atacante da Seleção e ídolo do São Paulo, concorreu a deputado federal por São Paulo pelo MDB e somou pouco mais de 9 mil votos.
Outros ex-jogadores também ficaram sem vaga. Finazzi, que passou por Corinthians, Fortaleza, Ponte Preta e Goiás, disputou uma cadeira de deputado federal por São Paulo. Washington Coração Valente tentou a Câmara pelo Distrito Federal, e Cleo Hickmann não se elegeu no Rio Grande do Sul.
Na Bahia, Marcone Amaral, ex-jogador e ex-prefeito de Itajuípe, concorreu a deputado estadual pelo PSD. Ele recebeu 8.159 votos, mas não conquistou uma cadeira.
Em São Paulo, o ex-goleiro Sérgio, campeão da Libertadores de 1999 pelo Palmeiras, disputou uma vaga de deputado estadual pelo Solidariedade e teve 9.565 votos. No Paraná, a ex-jogadora e vereadora Dani Pato recebeu 4.154 votos para deputada estadual e não foi eleita. No Distrito Federal, Marcelinho Carioca, ex-meia do Corinthians e da Seleção, teve 2.494 votos para deputado distrital pelo Republicanos e também ficou de fora.
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