O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas ampliou as restrições impostas a ele.
Em decisão publicada nesta sexta-feira (17), Moraes suspendeu, pelo prazo de 30 dias, o direito de Bolsonaro receber visitas. A exceção vale apenas para atendimentos de médicos, fisioterapeutas e advogados.
O ministro também proibiu visitas com finalidade político-eleitoral até o encerramento das eleições de outubro.
Além disso, a decisão veda a divulgação de manifestos de natureza político-eleitoral, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e cumpre a pena domiciliar desde o dia 27 de março, quando recebeu alta hospitalar depois de tratar uma broncopneumonia.